Como o saber não tem idade, gosto de andar à descoberta... Sendo que o meu trabalho com os alunos, não permite grandes experiências por ser muito específico, as descobertas que pretendo fazer, irão incidir numa vertente mais teórica.
26.2.11
22.2.11
Percurso Inclusivo dos Pais
Emocionalmente qual o percurso inicial das famílias que têm um filho com perturbações no desenvolvimento?
Reportemo-nos um pouco atrás e vejamos que os pais investem muito em termos emocionais e materiais, enquanto preparam o nascimento do seu filho.
Os pais vêem no filho que vai nascer um prolongamento de si mesmos e também porque a capacidade de dar vida a crianças "normais" é importante para a auto-estima de cada um de nós.
Os que já são pais, certamente se lembram da primeira pergunta feita ao médico quando a criança nasce: "O meu filho está bem? Ele é perfeito?", isto reflecte a dúvida que existe em todos nós "sou suficientemente bom para ter um filho perfeito?"
O problema surge quando nasce um filho com lesões graves evidentes.
Se o filho que nasce não se parece em nada com o filho idealizado, essa diferença pode ser grande demais para eles.
Nestes casos os pais perdem subitamente o filho idealizado e ficam ao mesmo tempo com um filho temido, que lhes causa desilusão e angústia, apercebendo-se que os seus sonhos de futuro não se vão cumprir.
Podemos considerar esta fase como o início do percurso inclusivo da criança que nasce com patologias, ou seja, será primordial que a família perante esta realidade consiga aceitar o seu "novo" filho deixando para trás o filho "idealizado", criando vínculos ao novo bebé.
Terá que haver um processo de mudança no seio da família e como a palavra inclusão indica "...algo a construir...".
Luísa Maximino
Reportemo-nos um pouco atrás e vejamos que os pais investem muito em termos emocionais e materiais, enquanto preparam o nascimento do seu filho.
Os pais vêem no filho que vai nascer um prolongamento de si mesmos e também porque a capacidade de dar vida a crianças "normais" é importante para a auto-estima de cada um de nós.
Os que já são pais, certamente se lembram da primeira pergunta feita ao médico quando a criança nasce: "O meu filho está bem? Ele é perfeito?", isto reflecte a dúvida que existe em todos nós "sou suficientemente bom para ter um filho perfeito?"
O problema surge quando nasce um filho com lesões graves evidentes.
Se o filho que nasce não se parece em nada com o filho idealizado, essa diferença pode ser grande demais para eles.
Nestes casos os pais perdem subitamente o filho idealizado e ficam ao mesmo tempo com um filho temido, que lhes causa desilusão e angústia, apercebendo-se que os seus sonhos de futuro não se vão cumprir.
Podemos considerar esta fase como o início do percurso inclusivo da criança que nasce com patologias, ou seja, será primordial que a família perante esta realidade consiga aceitar o seu "novo" filho deixando para trás o filho "idealizado", criando vínculos ao novo bebé.
Terá que haver um processo de mudança no seio da família e como a palavra inclusão indica "...algo a construir...".
Luísa Maximino
21.2.11
19.2.11
Pode acontecer a TODOS
Às vezes a vida "prega-nos partidas" com as quais não contávamos...
Neste mundo de saúde e doença, de bem estar e mal estar, existem pessoas que constantemente se interrogam: Porque sou deficiente? Que mal fiz eu para ter um acidente e ficar dependente? Que mal fiz eu para nascer assim?
Este é um problema grave, que tem consequências não só ao nível físico como também ao nível psicológico, sobretudo porque não é fácil aceitar com naturalidade, qualquer tipo de limitação.
Para qualquer pessoa portadora de deficiência é difícil encarar e viver com as suas limitações, mas pior ficam psicologicamente, quando são discriminadas pela sociedade.
Para melhor compreendermos as suas dificuldades e sentimentos, nada como acompanhar o dia a dia de uma destas pessoas, independentemente da idade ou tipo de deficiência.
Neste mundo de saúde e doença, de bem estar e mal estar, existem pessoas que constantemente se interrogam: Porque sou deficiente? Que mal fiz eu para ter um acidente e ficar dependente? Que mal fiz eu para nascer assim?
Este é um problema grave, que tem consequências não só ao nível físico como também ao nível psicológico, sobretudo porque não é fácil aceitar com naturalidade, qualquer tipo de limitação.
Para qualquer pessoa portadora de deficiência é difícil encarar e viver com as suas limitações, mas pior ficam psicologicamente, quando são discriminadas pela sociedade.
Para melhor compreendermos as suas dificuldades e sentimentos, nada como acompanhar o dia a dia de uma destas pessoas, independentemente da idade ou tipo de deficiência.
17.2.11
Tempo de POESIA
Barco à deriva
Sou um barco ancorado
à beira do cais ...
À procura de um rosto amigo
no meio da multidão.
Mas tudo que vejo
são rostos desconhecidos
sem brilho no olhar
que apenas observam
a embarcação ...
Esperando anciosos
notícias de alguém que se foi
com a promessa de voltar um dia.
Sou muitas vezes
esse barco à deriva
no meio do raivoso mar ...
Procurando um porto seguro
para ancorar meu coração.
Retirado do PORTAL DO CIDADÃO COM DEFICIÊNCIA
Sou um barco ancorado
à beira do cais ...
À procura de um rosto amigo
no meio da multidão.
Mas tudo que vejo
são rostos desconhecidos
sem brilho no olhar
que apenas observam
a embarcação ...
Esperando anciosos
notícias de alguém que se foi
com a promessa de voltar um dia.
Sou muitas vezes
esse barco à deriva
no meio do raivoso mar ...
Procurando um porto seguro
para ancorar meu coração.
Retirado do PORTAL DO CIDADÃO COM DEFICIÊNCIA
16.2.11
15.2.11
"Homo internauticus"
Investigações realizadas em Londres mostraram que a "geração net", com idades entre 12 e 18 anos, a primeira a crescer familiarizada com GADGETS electrónicos e suportes de comunicação online, era seis vezes mais rápida a responder a uma bateria de perguntas, com recurso a pesquisa virtual, do que os participantes mais velhos na amostra.
David Nicholas, o autor do estudo, atribuiu os resultados dos adolescentes ao pensamento associativo, estimulado pela lógica da web e das redes sociais.
Este novo padrão de funcionamento, não linear, promete dar que fazer aos educadores, preocupados com o aprofundamento de conteúdos, o qual requer tempo e concentração.
Gonçalo Rosa da Silva
Revista VISÃO
David Nicholas, o autor do estudo, atribuiu os resultados dos adolescentes ao pensamento associativo, estimulado pela lógica da web e das redes sociais.
Este novo padrão de funcionamento, não linear, promete dar que fazer aos educadores, preocupados com o aprofundamento de conteúdos, o qual requer tempo e concentração.
Gonçalo Rosa da Silva
Revista VISÃO
14.2.11
12.2.11
Conversas com pais
As relações com a escola
A família e a escola são, sem dúvida, as duas grandes instâncias educativas da sociedade e não podem ignorar o meio social em que se inserem, tendo a escola um papel determinante na socialização das crianças e dos jovens.
A cooperação entre a escola e a família deve ser cada vez mais estreita, para que pais e professores possam assegurar uma ajuda coerente e convergente que leve a criança/jovem a ultrapassar obstáculos que impedem o seu sucesso como criança/jovem,como aluno e até como cidadão.
Família e escola devem assumir os seus papéis em cooperação - como condição indispensável ao conhecimento dos seus educandos, integrando positivamente as diferenças culturais e sociais.
Uma relação mais próxima com a escola, implica contacto regular com o director de turma ou com o professor, assim como, a colaboração em iniciativas da escola de forma a dar aos pais, uma imagem clara de como decorrem as aprendizagens e a possibilidade de trocarem experiências enriquecedoras.
A família e a escola são, sem dúvida, as duas grandes instâncias educativas da sociedade e não podem ignorar o meio social em que se inserem, tendo a escola um papel determinante na socialização das crianças e dos jovens.
A cooperação entre a escola e a família deve ser cada vez mais estreita, para que pais e professores possam assegurar uma ajuda coerente e convergente que leve a criança/jovem a ultrapassar obstáculos que impedem o seu sucesso como criança/jovem,como aluno e até como cidadão.
Família e escola devem assumir os seus papéis em cooperação - como condição indispensável ao conhecimento dos seus educandos, integrando positivamente as diferenças culturais e sociais.
Uma relação mais próxima com a escola, implica contacto regular com o director de turma ou com o professor, assim como, a colaboração em iniciativas da escola de forma a dar aos pais, uma imagem clara de como decorrem as aprendizagens e a possibilidade de trocarem experiências enriquecedoras.
11.2.11
10.2.11
Deficiência Mental
De acordo com a Associação Americana de Psiquiatria,a Deficiência Mental corresponde à associação de um défice cognitivo (funcionamento intelectual abaixo do esperado para a idade) a limitações no comportamento adaptativo (maneira como o indivíduo resolve os problemas quotidianos pessoais e sociais) em, pelo menos duas das seguintes áreas:
comunicação, autonomia pessoal e doméstica, competências sociais, uso de recursos comunitários, auto-controlo, competências académicas e laborais, tempos livres, saúde e segurança.
As causas da deficiência mental são primariamente orgânicas (doença genética) ou psico-sociais (grave privação de estímulos sociais ou linguísticos) e ainda devidas a uma combinação de ambas.
Quer saber mais um pouco? Pois bem: http://www.diferencas.net/
comunicação, autonomia pessoal e doméstica, competências sociais, uso de recursos comunitários, auto-controlo, competências académicas e laborais, tempos livres, saúde e segurança.
As causas da deficiência mental são primariamente orgânicas (doença genética) ou psico-sociais (grave privação de estímulos sociais ou linguísticos) e ainda devidas a uma combinação de ambas.
Quer saber mais um pouco? Pois bem: http://www.diferencas.net/
7.2.11
5.2.11
4.2.11
Os Melhores Amigos
Todos sabemos que as crianças são fascinadas pelos animais. Segundo pesquisas realizadas por Gail F. Melson da Universidade de Indiana, estima-se que 4 em cada 10 crianças iniciaram as suas vidas com animais de estimação em casa.
Estudos revelam ainda, que as crianças com dificuldades de aprendizagem se tornam mais confiantes, tranquilas e menos stressadas em ler livros para os seus animais, pois podem em simultâneo acariciá-lo, mostrar-lhe as imagens e fazer perguntas, como se de um humano se tratasse.
Na verdade, os benefícios generalizam-se a toda a família com actos tão simples, como observar como um gato persegue a sua cauda ou como os peixes nadam no seu aquário. Passar o tempo com este tipo de actividade, permite-nos desacelerar o passo agitado que levamos com este mundo moderno.
Estudos revelam ainda, que as crianças com dificuldades de aprendizagem se tornam mais confiantes, tranquilas e menos stressadas em ler livros para os seus animais, pois podem em simultâneo acariciá-lo, mostrar-lhe as imagens e fazer perguntas, como se de um humano se tratasse.
Na verdade, os benefícios generalizam-se a toda a família com actos tão simples, como observar como um gato persegue a sua cauda ou como os peixes nadam no seu aquário. Passar o tempo com este tipo de actividade, permite-nos desacelerar o passo agitado que levamos com este mundo moderno.
Momento de Reflexão
DEFICIÊNCIA... A verdadeira deficiência está no abandono dos sonhos, da vontade de viver, do descanso ao próximo. A DEFICIÊNCIA é aquilo que te prende por dentro, que engessa tua alma, tua fé, pois ainda que incapacitados de andar, todos somos livres para sonhar, para amar, para ajudar o próximo com uma palavra de afecto, um sorriso... somos livres para voar nas asas da nossa imaginação!
Marciah Pereira
2.2.11
A importância das Terapias
É comum na Educação Especial ter incluído nos PEI dos alunos com NEE de carácter prolongado, apoios terapêuticos.
São vários os apoios disponíveis, desde a terapia da fala, terapia ocupacional, fisioterapia, musicoterapia, hidroterapia e hipoterapia.
De momento apenas irei referir a hidroterapia e a hipoterapia, com a certeza, de ambas promoverem o desenvolvimento das capacidades físicas e de bem estar, sempre de uma forma o mais lúdica possível.
Assim, o que é a hidroterapia?
Entende-se como o tratamento pela água sob as mais diversas formas. Aplicada ao corpo, opera nele modificações que atingem o sistema nervoso, articulatório e circulatório.
E a hipoterapia?
É um método terapêutico e educacional que utiliza os andamentos do cavalo, com o objectivo de desenvolvimento psicossocial.
Na maioria dos casos são recursos muito apreciados pelas nossas crianças e jovens.
São vários os apoios disponíveis, desde a terapia da fala, terapia ocupacional, fisioterapia, musicoterapia, hidroterapia e hipoterapia.
De momento apenas irei referir a hidroterapia e a hipoterapia, com a certeza, de ambas promoverem o desenvolvimento das capacidades físicas e de bem estar, sempre de uma forma o mais lúdica possível.
Assim, o que é a hidroterapia?
Entende-se como o tratamento pela água sob as mais diversas formas. Aplicada ao corpo, opera nele modificações que atingem o sistema nervoso, articulatório e circulatório.
E a hipoterapia?
É um método terapêutico e educacional que utiliza os andamentos do cavalo, com o objectivo de desenvolvimento psicossocial.
Na maioria dos casos são recursos muito apreciados pelas nossas crianças e jovens.
1.2.11
Decreto-Lei nº3/2008 de 7 de Janeiro
A legislação que abrange a Educação Especial.
http://legislação.min-edu.pt/np4/np3content/?newsId=15308fileName=decreto_lei_3_2008.pdf
http://legislação.min-edu.pt/np4/np3content/?newsId=15308fileName=decreto_lei_3_2008.pdf
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